Tudo está como você gostaria?

Felicidade (1)

Tudo está como você gostaria? Isso gera bastante reflexão… E como deveria ser de fato? O que esperamos? O que estamos fazendo para receber toda esta expectativa em troca?  Não gosto de receitas prontas, mas acho que algumas dicas podem ajudar você a chegar próximo daquele estado de espírito que te traz alegria, sentimento de realização e felicidade!

– é sempre necessário seguir adiante e levar a sério seus objetivos de vida

– sentir-se bem consigo mesmo não tem preço

– se tiver um par, que ele ou ela te transborde! Afinal de contas, quando você aceita alguém em sua vida, você também precisa estar completo (a) para ter algo a oferecer

– cultive suas amizades. Ter amigos verdadeiros é algo raro nos dias de hoje

– nunca pare de estudar e agregar conhecimento. Emburrecer é no mínimo lamentável

– pense nos seus momentos de lazer. Afinal de contas, o equilíbrio é fundamental já que a grande maioria das pessoas tem trabalhado demais e se esquecem de viver

– se estiver sozinho em Curitiba, lembre-se que há diversas opções para espantar o frio e a solidão: vinho, filme, cobertas e travesseiros fotos. As redes sociais e chats também pode lhe render boas risadas. Mas isso também não serve somente para o Sul! Serve para qualquer lugar! Afinal de contas, há diversas formas de você sentir-se bem com você mesmo

– leia vários livros. Eles acalmam e  fazem refletir

– Pondere o uso das redes sociais. Saiba o tempo certo para se entregar a ela, pois é algo viciante e que pode fazer você perder coisas interessantes que estão acontecendo ao seu redor. Procure criar novos vícios tão interessantes como… (aí você é quem sabe o que te traz satisfação!)

– fortaleça seu networking… Ele será útil para você a vida toda

– converse com as pessoas. Você pode achar que o “face to face” foi dando lugar a outras formas de comunicação, mas um olhar ou um abraço não tem preço…

Independente da sua condição, se você vive intensamente, faz as coisas como gostaria (dentro daquilo que acha coerente), mas também abre mão de outras para viver melhor, certamente as coisas devem estar ou caminhando para estar como você gostaria!

Boa semana!

 

 

 

A Hora do Ponto.

 

ponto final

Tenho conversado com muitas pessoas recentemente e todas elas tem em comum um seguinte ponto: a busca por uma vida mais feliz. Venho notando que está faltando o brilho, aquela energia plena para completar esse emaranhado de pontos indefinidos.
Só que este ponto, que deveria ser bem definido, transforma-se por algum motivo em pontos diferentes! Percebi que aparecem várias reticências (…) e muitas interrogações (?)…..
O ponto final realmente é algo difícil de se colocar. Exige coragem, e mais que isso, exige atitude. E esta, quando vem, faz com que nos desapeguemos de muitas coisas que marcaram nossa vida. Quando desapegamos, permitimos que novos acontecimentos possam vir a fazer parte da nossa história.
Deixar para trás dá uma dor no peito, principalmente quando essas histórias deixam um ar de lembrança feliz. Ou ainda, tomar uma decisão difícil que mudará para sempre sua vida…
Enfim, levo isso comigo, mas é cada dia mais claro para mim que, praticar o desapego é permitir-se. É colocar pontos finais em tudo aquilo que já passou.
Somente dessa forma, poderemos iniciar um novo parágrafo, para construção de uma nova história feliz!
Boa semana!

Entrevista sobre Tablets – Revista Excelência

Entrevista cedida a Revista Excelência, especializada na área de Secretariado.

Edição JAN/ FEV/ MAR 2013 – Ano 10 – n 37

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Não basta comunicar; é preciso Conectar!

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Falar de comunicação é muito bacana, ainda mais para quem gosta de conectar e relacionar-se com pessoas.

Não tem como você não se comunicar. Os gestos, expressões faciais, postura, a roupa que você veste estão comunicando mais do que se pode imaginar. Não é a toa que 70% do que comunicamos vem da nossa comunicação não verbal. O que você comunica, a forma e linguagem escolhida certamente podem trazer resultados surpreendentes para que você possa atingir um objetivo. Ou seja, utilizar uma estratégia assertiva na hora de comunicar é sem dúvida fundamental. Até mesmo porque não basta você apenas comunicar. É preciso conectar!

Hoje iniciei uma experiência nova: comecei a trabalhar com adolescentes entre 15 e 17 anos, o tema Comunicação Empresarial. Para quem está acostumada a atuar com adultos, certamente foi desafiante trabalhar com este público tão específico durante todo o dia.

São jovens que ainda estão definindo uma profissão e estão navegando num mar de descobertas, pois muita coisa ainda é incerta para eles. E fazer parte de um grupo como este é muito gratificante porque o que você comunica hoje, terá um impacto daqui há algum tempo, na sua forma de ver e conviver com esse mundo de possibilidades. Mas para isso, o instrutor também precisa saber explorar o momento para tornar-se uma referência e deixar uma marca…

Conectar com aqueles olhinhos cheios de curiosidade por quererem saber não só sobre o tema comunicação, mas também no que ele irá impactar na vida pessoal e profissional de cada um não tem preço.

Para minha alegria, o balanço do dia foi super positivo. Houve uma interação muito bacana entre todos nós o tempo inteiro e de fato consegui mergulhar no universo deles, ou seja, conectamos. Para nós, que trabalhamos com pessoas diariamente, é ponto chave entendermos quem é este público e relacionar-se com ele, fazendo uso da mesma linguagem para que todos se sintam inseridos num mesmo contexto.

Posso finalizar este post dizendo que fechei o dia com um feedback muito positivo: “vc soube administrar bem a sala, todo o pessoal tá comentando… a prof Ju é demais. A sala toda gostou de você.” (T.C.) Fora isso, ganhei um abraço super carinhoso de uma aluna que, segundo ela, me achou “fofa demais!”

Para o primeiro dia de atividades com as turmas, já dá para ficar super feliz!

 

 

 

 

 

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