Treinamento – Gestão Secretarial

Em 23/09/2013 foi realizada a capacitação em Gestão Secretarial junto as assistentes do Balaroti Curitiba, para desenvolvimento de competências e habilidades voltadas a área secretarial. Estar entre mulheres é sempre produtivo e divertido!

Treinamentos: Excelência no Atendimento ao Cliente e Postura Profissional

Este foi um momento muito bacana realizado com a equipe Balaroti de Florianópolis – SC em 12/08/2013. Eles estavam sendo preparados para atuarem em uma loja nova do grupo e a expectativa era enorme! Tive o privilégio de abrir a semana dos treinamentos com a turma. Trabalhamos os temas: Excelência no Atendimento ao Cliente e Postura Profissional. O dia foi bastante produtivo e de muitas experiências compartilhadas!

 

 

 

A Geração Digital

geração digital

Os avanços da tecnologia, que começaram a apresentar seus sintomas em um tempo não muito distante, definitivamente mudaram a forma de vida e de trabalho das pessoas.

Os computadores domésticos surgiram e neles a internet através da rede discada. Não obstante, os próprios computadores passaram a se modernizar, a internet passou a ter maior velocidade e o acesso à informação passou a não ter mais barreiras.

Os mais antigos sofreram a transição de um modelo manual e tradicionalista, para um modelo digital em que uma máquina resolvia quase todos os problemas de imediato, ou seja, viraram imigrantes digitais. Deixaram-se de lado alguns itens de trabalho importantes como a máquina de datilografar, o fax, os disquetes… Celulares passaram a ter função de computadores com acesso à internet. Novos softwares de gestão passaram a ser utilizados pelas empresas para o compartilhamento de informação, tornando os processos mais ágeis. Os que não acompanharam a mudança perderam espaço no mercado de trabalho.

O fato é que todas essas mudanças ocorreram em curto espaço de tempo e nos faz ter um novo olhar para o que está por vir. Os filhos da geração X, chamados geração Y, já presenciaram a tecnologia desde pequenos, porém acompanharam sua evolução. Aprenderam a lidar mais facilmente com toda a parafernália digital. São rápidos no acesso a informação e exploram o que este mundo tem a oferecer.

Contudo, um novo olhar está para a geração Z. Esta sim nasceu com a tecnologia em seu DNA e desde pequenos estão plugados, vivendo num mundo jamais imaginado por nós antes. A internet é sua maior aliada e com ela fazem várias coisas ao mesmo tempo. São capazes de escutar música, assistir televisão e mexer no computador na mesma hora. Não imaginam um mundo sem celulares com acesso a internet, tablets e outros itens eletrônicos. A leitura passou a ser uma prática daquilo que interessa não lendo mais tudo o que nos era imposto do começo ao fim. Sim, eles são capazes de identificar num texto apenas os tópicos que julgam importantes.

Diante deste cenário, percebemos o quanto a nossa vida mudou e vem mudando ao lidar com esta nova geração. Estamos à margem de um mundo sem limites, aonde tudo é possível. Porém, nem tudo é perfeito. Diante de tanta praticidade, encontramos também problemas que podem afetar o desenvolvimento desses “filhos digitais”.

Por conta do apego as tecnologias são notáveis alguns problemas de interação social, devido ao isolamento que o acesso à internet causa, por ser um mundo solitário a quem nela mergulha. Outro fator crítico é a mudança do perfil do aluno na escola.

Podemos observar neste sentido um aluno mais disperso, pois recebe da escola conteúdos trabalhados através de metodologias obsoletas para o universo em que vive. Muitas escolas insistem em ensinar a esta geração conteúdos isolados e utilizando métodos de ensino que não condizem com a realidade em questão.

Como educadora, vejo que o desafio é chamar a atenção desses alunos em novas metodologias de ensino, explorando a tecnologia que já é comum no dia a dia desse perfil. O uso de tecnologias através das redes sociais para interação escolar passou a ser imprescindível, além da utilização de outras plataformas de ensino que interajam com o mundo virtual.

Sem dúvida, uma mudança é mais que necessária na forma de ensinar para termos alunos interessados e que surpreendam. E ela deve acontecer já!

Secretariado: a profissão que evolui

post secretariado

Pode-se dizer que a profissão de secretária é deveras antiga, mas vem sobrevivendo e criando status diante das mudanças organizacionais.

As atividades secretariais no mundo existem desde a época dos “escribas”, que tinham um papel voltado à organização de atividades e assessoria. Somente após a II Guerra Mundial que veio a tona a necessidade da mão de obra feminina, que fez com que a profissão se disseminasse entre os países.

No Brasil, a atividade passou a ser reconhecida a partir da década de 50. E assim foi ganhando mais importância e visibilidade. Na década de 60 foi criado o Clube das Secretárias, que reivindicava melhores condições de trabalho. Nos anos 70, o Clube das Secretárias passou a ser uma associação, denominada Associação das Secretárias do Rio de Janeiro, que tinha como objetivo reunir a classe, visando à conscientização da profissão e o aprimoramento profissional. Em 1976, foi criada a ABES (Associação Brasileira de Entidade de Secretárias), na qual participavam muitas associações estaduais, inclusive a do Paraná. Em 77 foi instituído o Dia da Secretária, como dia 30 de setembro. Homenagem esta a Lilian Scholles, filha de Charles Schollers, inventor da máquina de escrever. Já em Setembro de 1983, foi aprovado o Código de Ética da profissão e em 85, sancionada a Lei nº 7.377/85 que regulamenta a profissão de Secretário. Em 1996, a Lei 9261 altera a redação dos incisos I e II do art. 2 “caput” do art. 3 inciso VI do art. 4 e o parágrafo único do art. 6 da Lei 7.377 de 30 de setembro de 1985.

Como podemos perceber, a profissão de secretário ao longo dos anos foi conquistando seu espaço, obteve maior visibilidade, conquistou direitos e consequentemente, o profissional passou a ser mais valorizado em sua posição.

Datilografar, servir cafezinho e atender telefone infelizmente se tornou um jargão da profissão para quem não a conhecer na sua essência. Há décadas o profissional deixou de realizar apenas tarefas operacionais na organização. Efetivamente, o secretário assume inúmeras outras responsabilidades, o que levam a necessidade de investir em qualificação e ocupar cargos de referências nas empresas.

O secretário passa a atuar como gestor, tem autonomia em suas tarefas, é extremamente multidisciplinar e dinâmico. O domínio de idiomas (inglês e espanhol) já não é mais diferencial e sim pré-requisito profissional. Pós-graduação, MBAs e outras capacitações também são relevantes agregadas à formação, pois contribuem para enriquecer o conhecimento técnico. Dominar informática, agendas eletrônicas, manusear equipamentos como tablets e smartphones se tornou imprescindível para realização do trabalho, pois a informação se dissemina muito rapidamente, bem como os meios de acesso a ela. Temos as redes sociais que potencializaram no mercado de trabalho a abrangência de novos negócios, bem como a promoção do Marketing Pessoal, desde que seja utilizado de forma adequada. Ainda, secretários arriscam a serem consultores, atuando nas áreas de evento, assessoria executiva, palestras. Como se pode ver, as funções de gestão secretarial são imensas.

Os cursos de formação em bacharéis e técnicos em Secretariado vêm alinhando sua matriz curricular para formar profissionais atualizados, que atendam as demandas do mercado. A profissão está estável, e vagas de emprego não faltam.

Diante de tanta evolução, só podemos nos orgulhar da profissão que temos. Aos futuros profissionais, um recado: não deixem de investir na sua carreira! Ame a profissão que você escolheu e faça seu papel tentando alavancar ainda mais os projetos de desenvolvimento da área no qual Sindicatos têm batalhado bravamente por maior reconhecimento profissional.

Acredito muito que o Secretariado ganhará mais espaço entre as outras profissões. Mas para isso, cada profissional deve se conscientizar que o querer fazer acontecer conta muito neste processo.

Tenho feito o meu papel, como consultora em desenvolvimento humano e docente, além de promover ações paralelas que potencializam a área.

E você?

 

 

 

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